terça-feira, 10 de março de 2009

Hábitos Saudáveis

Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago.

Alimentação de Risco


Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos de tempo, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Esses alimentos devem ser evitados ou ingeridos com moderação. Neste grupo estão incluídos os alimentos ricos em gorduras, tais como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, dentre outros.

Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos, como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago. As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente.
Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.
Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos.

O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e coloretal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, pochê, ensopado, guisado, cozido ou assado.

Estudos demonstram que uma alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos (hambúrguer, batata frita, bacon etc.), está relacionada a um maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, possivelmente porque, sem a ingestão de fibras, o ritmo intestinal desacelera, favorecendo uma exposição mais demorada da mucosa aos agentes cancerígenos encontrados no conteúdo intestinal. Em relação a cânceres de mama e próstata, a ingestão de gordura pode alterar os níveis de hormônio no sangue, aumentando o risco da doença.

Há vários estudos epidemiológicos que sugerem a associação de dieta rica em gordura, principalmente a saturada, com um maior risco de se desenvolver esses tipos de câncer em regiões desenvolvidas, principalmente em países do Ocidente, onde o consumo de alimentos ricos em gordura é alto. Já os cânceres de estômago e de esôfago ocorrem mais freqüentemente em alguns países do Oriente e em regiões pobres onde não há meios adequados de conservação dos alimentos (geladeira), o que torna comum o uso de picles, defumados e alimentos preservados em sal.

Atenção especial deve ser dada aos grãos e cereais. Se armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, o qual produz a aflatoxina, substância cancerígena. Essa toxina está relacionada ao desenvolvimento de câncer de fígado.


Como Prevenir-se
Algumas mudanças nos nossos hábitos alimentares podem nos ajudar a reduzir os riscos de desenvolvermos câncer. A adoção de uma alimentação saudável contribui não só para a prevenção do câncer, mas também de doenças cardíacas, obesidade e outras enfermidades crônicas como diabetes.

Desde a infância até a idade adulta, o ganho de peso e aumentos na circunferência da cintura devem ser evitados. O índice de massa corporal (IMC) do adulto (20 a 60 anos) deve estar entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. Com IMC acima de 30 a pessoa é considerada obesa. O IMC é calculado dividindo-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m). Veja a fórmula.

peso
IMC = ------------------
(altura x altura)

Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos, que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. Esses tipos de alimentos também podem bloquear ou reverter os estágios iniciais do processo de carcinogênese e, portanto, devem ser consumidos com freqüência.

Hoje já está estabelecido que uma alimentação rica nesses alimentos ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon, reto, estômago, boca, faringe e esôfago. Provavelmente, reduzem também o risco de câncer de mama, bexiga, laringe e pâncreas, e possivelmente o de ovário, endométrio, colo do útero, tireóide, fígado, próstata e rim.

As fibras, apesar de não serem digeridas pelo organismo, ajudam a regularizar o funcionamento do intestino, reduzindo o tempo de contato de substâncias cancerígenas com a parede do intestino grosso.

A tendência cada vez maior da ingestão de vitaminas em comprimidos não substitui uma boa alimentação. Os nutrientes protetores só funcionam quando consumidos através dos alimentos, o uso de vitaminas e outros nutrientes isolados na forma de suplementos não é recomendável para prevenção do câncer.

Vale a pena frisar que a alimentação saudável somente funcionará como fator protetor, quando adotada constantemente, no decorrer da vida. Neste aspecto devem ser valorizados e incentivados antigos hábitos alimentares do brasileiro, como o uso do arroz com feijão.

Como se Alimenta o Brasileiro


No Brasil, observa-se que os tipos de câncer que se relacionam aos hábitos alimentares estão entre as seis primeiras causas de mortalidade por câncer. O perfil de consumo de alimentos que contêm fatores de proteção está abaixo do recomendado em diversas regiões do país. A ingestão de fibras também é baixa no Brasil, onde se observa coincidentemente, uma significativa freqüência de câncer de cólon e reto. O consumo de gorduras é elevado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde ocorrem as maiores incidências de câncer de mama no país. O câncer de estômago ocupa o primeiro lugar em mortalidade entre homens no Brasil, sendo São Paulo, Fortaleza e Belém as cidades onde este tipo de câncer atinge os mais altos níveis de freqüência do mundo. Entre os jovens é comum a preferência por alimentos como hambúrguer, cachorro-quente, batata frita que incluem a maioria dos fatores de risco alimentares acima relacionados e que praticamente não apresentam nenhum fator protetor. Essa tendência se observa não só nos hábitos alimentares das classes sociais mais abastadas, mas também nas menos favorecidas. Igualmente nesse grupo, o consumo de alimentos ricos em fatores de proteção, tais como frutas, verduras, legumes e cereais, é baixo.


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL



Uma boa alimentação é sinônimo de uma vida saudável. Por ser um fator ligado diretamente à saúde das pessoas, o Ministério da Saúde tem o compromisso de zelar pela alimentação dos brasileiros e, para isso, é responsável pela Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Os propósitos da política são:

• Garantir a qualidade dos alimentos colocados para o consumo no País.
• Promover práticas alimentares saudáveis.
• Prevenir e controlar os distúrbios nutricionais.

Conheça o site da Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde e obtenha detalhe s sobre o assunto!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Bebê de 6,1 kg respira com ajuda de aparelhos no RS



Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).
Ela tem uma alteração no coração e está na Santa Casa de Porto Alegre.


A menina Luana Cecli Lichkoviski, de 6,1 quilos e 56 centímetros está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre desde domingo (8). Ela nasceu na tarde de quinta-feira (5). Segundo Alice Botta, médica plantonista responsável pelo acompanhamento da criança, Luana deve sair da UTI em três dias.

De acordo com ela, Luana tem uma alteração no miocárdio, de origem secundária por causa do peso acima do normal para um recém-nascido. "O bebê tem peso de uma criança, em média, de 4 meses. Apesar disso, o estado de saúde é estável", disse a médica.



Luana nasceu no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Ela foi transferida inicialmente para um hospital em Santa Rosa (RS). No domingo (8), ela foi levada para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.



A Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim informou que a mãe já recebeu alta médica e está em casa. Ela será levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha. "Por enquanto, a criança é alimentada por sonda", disse a médica Alice Botta.

A mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro, secretário de Saúde de Alecrim.

Mandioca

O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".

Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"

Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

Fonte: Globo.com




Agora a minha indagação: o que será que aconteceu?!? A criança já nasceu obesa! Deve ter alguma explicação....

E nós que ficamos obesos graças à um histórico de anos, devemos nos cuidar e começar a trabalhar nosso corpo para que ele funcione bem e deixe de ser obeso.

Não sei se já contei para vocês, mais durante 6 anos da minha vidade [desde 10 anos de idade] eu tomei remédio controlado por causa da minha hipertensão. E minha médica havia dito que eu seria hipertensa para o resto da minha vida! Meu DEUSS...quando ela me viu e os novos resultados dos meus exames ficou abismada! Suspendeu meus remédios. Eu choreii!! Depois de 6 anos de batalha com várias crises, várias tonturas, várias festas perdidas...descobri que posso voltar a fazer tudo porque não sou hipertensa!!! A felicidade que sinto é inexplicável. Há mais ou menos 1 mês comecei a malhar...agora me sinto cada vez mais estimulada a terminar de elimar o meu excesso de peso. Estou me encontrando, sentindo a felicidade em cada parte do meu corpo... É tudoooo o que eu precisava! Acho que a procura da minha felicidade está quase acabando, porque já sinto ela dentro de mim...já sinto ela explodindo dentro do meu coração!











Beijos amores